segunda-feira, 1 de setembro de 2014

FORMAÇÃO E PERIGOS DO BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO



Por Patrick Soares;


Olá leitores, como vão? Nas próximas semanas falarei sobre dois dos os principais problemas ambientais que acometem nossa atmosfera por conta da ação antrópica e em que momento estes se cruzam. A inspiração veio de uma aula excepcional que tive na faculdade, então considerei de bom proveito compartilhar esse saber com vocês. Espero que gostem! 

 Como primeiro tema, discorrerei sobre o buraco na camada de ozônio e sua importância.

Antes de qualquer coisa, permita-me esclarecer do que se trata o ozônio: este é um alótropo composto por três átomos de oxigênio (O3). Na baixa atmosfera é considerado tóxico em grandes quantidades, no entanto, sua presença em partes mais altas da atmosfera é imprescindível para a manutenção da vida na Terra. Isso de deve ao fato deste gás compor uma camada da alta atmosfera conhecida como camada de ozônio, que filtra os raios ultravioleta emitidos pelo Sol, estes se dividem em raios UV-A, UV-B e UV-C. Destes, os raios UV-A e UV-B são apenas em parte retidos. Os raios UV-C são totalmente retidos pelo ozônio, que por sua vez é ‘quebrado’ por conta dessa radiação, liberando assim um átomo livre de oxigênio (O) e uma molécula estável de oxigênio (O2) que posteriormente formam novas ligações, fazendo assim um ciclo de ‘quebra e construção’ do ozônio. A imagem abaixo ilustra de maneira simplificada como ocorre esse ciclo, que é totalmente natural.





  

Até esse ponto tudo bem. O problema do buraco na camada de ozônio é causado principalmente por um grupo de substâncias químicas denominadas CFCs (clorofluorcarbonetos). O CFC é um gás utilizado em equipamentos de refrigeração e em produtos aerossóis, uma vez expelido no ar, este gás sobe até a camada de ozônio. Da mesma forma que o ozônio, o CFC também é afetado pelos raios UV e libera um radical livre de cloro. Este ‘quebra’ a molécula de ozônio e se liga a um dos átomos de oxigênio, impedindo-o de fazer novas ligações e dessa forma quebrando o ciclo natural.

  





Conclusão: a gradual degradação da camada de ozônio, isso tem consequências terríveis para a estabilidade dos ecossistemas no planeta. Com o afinamento da camada os raios UV incidem sobre a superfície do planeta com maior intensidade e variedade, gerando problemas como catarata, cegueira, imunossupressão e até danos em nível genético (mutações como câncer).

Meus amigos, espero que tenham gostado e entendido o tema, procurei ser o mais explicativo possível! Até a próxima semana.


Patrick Soares
Estudante 3° Periodo de Gestão Ambiental









quarta-feira, 6 de agosto de 2014

MOBILIDADE URBANA




Hoje trago um tema que poucos trazem a tona, e trata de uma necessidade de praticamente todas as cidades, independente do seu tamanho ou localização, se trata da mobilidade urbana.

Para que o nosso dia-a-dia funcione bem, e sendo os meios de transporte eficiente, a sociedade ganha diversos benefícios, como qualidade de vida, inclusão social e desenvolvimento econômico.

Ter mobilidade é oferecer fácil acesso aos lugares, por meio de transporte eficiente e inclusivo, além de ambiental e economicamente viável.

Para se alcançar a tal mobilidade urbana e preciso em primeiro lugar ter meios de transporte compatíveis, com a necessidade da população, já vimos caro amigo leitor que nesse quesito eles ficam muito a quem das necessidades da população, sabemos também que é um problema que atinge a todos as cidades independentemente de seu tamanho.

Hoje a população tem qual alternativa para deixar seu carro na garagem e seguir de ônibus, bicicleta ou até mesmo a pé para as suas atividades?


Enquanto essas perguntas ficarem sem respostas, não teremos nunca um modelo de mobilidade urbana sustentável.

Meus amigos, por essa semana é só. Espero que tenham gostado! Até a próxima semana.

Patrick Soares
Estudante 3° Período de Gestão Ambiental

quarta-feira, 23 de julho de 2014

CUIDADOS COM A LEI



Olá leitores, como vão? 

Como prometido a algumas semanas tenho o prazer de discorrer sobre um assunto que eu particularmente me interesso em demasia: licenciamento ambiental.

De acordo com a Resolução CONAMA 237/97, licenciamento ambiental é definido como sendo o ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras de recursos ambientais consideradas efetivas ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental.

O processo de licenciamento é composto basicamente por três passos: obtenção da licença prévia, que é adquirida na fase de elaboração do projeto pois define se este é ou não ambientalmente viável, também são consideradas as medidas mitigadoras e compensatórias de prováveis impactos negativos da construção. É nessa fase que ocorre o EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente). Após isso, vem a obtenção da licença de instalação, que é o sinal verde para o início das obras.

Vale ressaltar que essa fase é mais delicada que a anterior, pois é necessário seguir as condicionantes determinadas na concessão da licença; o órgão ambiental competente (seja municipal, estadual ou federal) irá monitorar o andamento das obras. E por fim a licença da operação que autoriza o início das atividades de acordo com o proposto no projeto em conformidade com a legislação ambiental. Essa última não é definitiva, ou seja, o empreendedor precisa renová-la de tempos em tempos, mediante o cumprimento das condicionantes.

Com isso vemos que o objetivo é apenas ajudar o empreendedor a desenvolver suas atividades em conformidade com a Lei e com o bem-estar ambiental (quando digo bem-estar ambiental não me limito apenas a flora e fauna, mas também ao ambiente socioeconômico). O descumprimento de alguma das etapas descritas acima irá acarretar o embargo das atividades do empreendedor, gerando prejuízos financeiros.

Meus amigos, por essa semana é só. Espero que tenham gostado! Até a próxima semana.

Patrick Soares
Estudante 3° Período de Gestão Ambiental

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Participação II Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Enfermagem em Oftalmologia

O Congresso foi realizado entre os dias 02 a 05 de abril onde no dia 05 de abril tivemos a hora de palestrar para uma plateia de especialistas doutores, médicos e demais pessoas que pertencem ao meio da medicina. Nosso tema foi  Água potável, purificada e tratada indicações de uso.






abaixo a palestra na íntegra com gravação da Letícia Aguiar.


quinta-feira, 10 de julho de 2014

DIÓXIDO DE CARBONO: UM PERIGO QUE VAI ALÉM DA ATMOSFERA






Em primeiro lugar meus amigos leitores, eu gostaria de pedir perdão pela demora em lançar uma nova coluna, tive problemas com o computador e internet... Mas enfim, problemas técnicos infelizmente ocorrem com qualquer um e em qualquer lugar.

Sem mais delongas, vamos ao que realmente interessa: trago para vocês um assunto que ajuda a compreender melhor a gravidade e extensão dos danos causados pelas emissões exageradas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Como é de conhecimento ‘geral’ (usei aspas pois alguns estudiosos são céticos com relação aos impactos do aquecimento global, mas isso é assunto para outra coluna), tais emissões têm intensificado o processo de aquecimento global que ocorre naturalmente no planeta Terra causando mudanças climáticas adversas em todo o globo.

Porém, essa é apenas a ponta do iceberg. Os oceanos também podem estar com sua estabilidade ameaçada devido às agressivas emissões de CO2, isso se dá por conta de parte do gás lançado na atmosfera é absorvido naturalmente pelo mar (essa absorção é parte importante do ciclo natural do carbono que também é outro tema bastante interessante para um texto futuro), o dióxido de carbono ao entrar em contato com a água do mar origina o ácido carbônico (H2CO3), diminuindo o pH do oceano.


Tal impacto influência de maneira negativa diversos organismos, mas vou me ater principalmente àqueles que utilizam carbonato de cálcio para formar suas estruturas corporais como conchas e corais.


Fonte: Google imagens

A ilustração acima mostra simplificadamente o processo: a formação de ácido carbônico e a liberação de íons H+, por conta da reação do ácido com o carbonato de cálcio das conchas, deformando-as. Além de conchas, também ocorrem reações como essas nos esqueletos de ouriços do mar, estrutura de corais e diversas outras criaturas. E os males se estendem a várias espécies de peixes e criaturas da base da cadeia alimentar, como o plâncton.

 Meus queridos leitores, procurei ser o mais explicativo possível, espero que tenham gostado. Até a próxima semana!!

Patrick Soares
Estudante 3° Período de Gestão Ambiental

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O QUE REALMENTE É O DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE



Caro amigo leitor, aproveitando que o planeta realizou várias e várias comemorações relacionadas ao tema meio ambiente, onde no dia 05 foi comemorado em várias cidades do mundo o dia internacional do meio ambiente.

Mas se eu perguntar o que realmente significa o dia 05 de junho, muitos eu tenho certeza irão dizer que é o dia de proteger o meio ambiente, porem o que eu tenho visto e creio que o meu fiel leitor também, seriam uma série de eventos relacionados principalmente a proteção ambiental natural, e muitos eventos visando a proteção de florestas e recursos hídricos.

Eu jamais posso discordar da preocupação do homem com as florestas, porem eu não posso aceitar que o meio ambiente seja tratado como uma simples ação de proteger o natural ou seja incentivamos o uso sustentável das florestas, dos rios dos lagos e etc. etc. etc., e o que fazemos com o ser humano que está morrendo de fome? Ou países que estão fadados ao desparecimento em função do aquecimento global? Ou quem sabe o colapso que esta as portas em função da péssima gestão com relação ao uso da agua?

Pois é caro leitor a coisa vai muito além de plantar uma arvore, ou inserir um mergulhador para extrair sedimentos do fundo do corpo receptor, nós precisamos investir em educação ambiental enquanto ainda há tempo, queridos amigos ninguém absolutamente ninguém é obrigado a entender de questões ambientais, porém é importante que sejam feitos esforços no intuito de passar para a população do que realmente se trata a preservação ambiental. Está na hora de mudarmos nossos conceitos e ao lado da preservação natural, sejam inseridos tanto a preocupação com o desenvolvimento econômico, quanto ações de responsabilidade social.

É óbvio que as questões ambientais passam pela proteção da fauna da flora, mas não podemos tirar desse conceito ou perder o foco para o ser humano, hoje temos países, cidades e municípios que vivem a verdadeira miséria endêmica e o que estamos fazendo? É meus amigos endêmico não é só o mico leão dourado, também existem outras coisas que são endêmicas, por isso as políticas ambientais sejam públicas ou privadas, devem visar o desenvolvimento sustentável, pois essa sim é uma forma de preservação que perpassa por todas as área, como realmente só o meio ambiente consegue fazer, por isso meus amigos a gestão ambiental é a forma multidisciplinar de ver as questões ambientais, não podemos somente nos preocupar com uma parte do ambiente, mas sim com todas.

O ser humano precisa aprender coisas novas e eu me incluo nessa relação, precisamos entender que tratar de questões ambientais como um todo significa tentar prolongar o tempo de vida útil (para nós) desse castigado planeta.

Creio que o leitor esteja perguntando mas e o dia do meio ambiente? Sim esse que foi criado desde 1972 em Estocolmo, onde a ONU(Organização das Nações Unidas), definiu o dia 05 de junho como o dia internacional do meio ambiente, porém não para por ai, existem um tema e um pais sede, e eu muito pouco vejo pessoas falando sobre isso, a coisa tem um cunho de instrução, ninguém chega a pais sede do dia do meio ambiente a toa, algo esse pais fez, assim como o tema e de suma importância para todos, e vai muito além de plantar algo, ela passa por sobrevivência, por qualidade de vida.

Esse ano a cidade sede foi Barbados na América central e o tema foi “Aumente sua voz e não o nível do mar”, sim por que alguns dos pequenos países insulares em desenvolvimentos estão fadados a desaparecerem se o nível do mar atender as expectativas dos pesquisadores, ou seja, esses países são ilhas que sumirão do mapa, caso a matriz energética do mundo não seja modificada, caso as indústrias, carros e nós continuemos queimando e emitindo CO2 sem controle, ou quem sabe o homem continue desmatando sem se preocupar com o amanhã, por isso meus amigos dentro desse breve resumo eu tentei alertar para o problemas relacionado as questões ambientais, e sempre que você caro leitor ver uma atitude voltada para a preservação ambiental, verifique bem qual o cunho que a mesma tem, se realmente é de preservação ou de auto valorização.

Meio ambiente é coisa séria!!!

Eu sou Charles Domingues - Químico / Gestor Ambiental / Especialista Saneamento Ambiental / Especialista Engenharia ambiental / Especialista em águas / Perito ambiental / Mestrando em gestão e auditorias ambientais.

Não deixe de ler o meu blog:www.charlesdomingues.blogspot.com

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terça-feira, 24 de junho de 2014

MARICULTURA, UM MEIO SUSTENTÁVEL..




Boa Tarde queridos leitores, hoje vou falar sobre a Maricultura em Arraial do Cabo e suas respectivas características...

Arraial do Cabo é conhecido como uns dos mais bonitos municípios brasileiros, pois contém as praias mais lindas da Região dos lagos, sem nenhuma poluição, com águas cristalinas e ricas em nutrientes, e por isso é um ambiente propício para o cultivo de moluscos.

A ACRIMAC (Associação dos Coletores e Criadores de Mariscos de Arraial do Cabo) entre outras entidades desenvolvem um projeto de cultivo de fazendas marinhas, visando a preservação ambiental e o desenvolvimento social. Cujo nome é Maricultura ou Fazendas Marinhas. 

A Maricultura surgiu na Década de 70 no Brasil, através de estudos e projetos em Cabo Frio e Arraial com o Almirante Paulo Moreira.

Eles tiveram esse incentivo, pois queriam criar seu próprio alimento, e não extrair do meio marinho, podendo tornar alguma espécie extinta. A maricultura se tornou um meio sustentável, pois eles cultivam as espécies e não retiram do meio ambiente.

Quando se fala em Maricultura se fala em biodiversidades marinhas, meio ambiente, economia e turismo.

Os Maricultores compram as sementes ( Ostras, Vieiras e Mexilhões ) de São Paulo e o cultivam na fazenda marinha e diariamente fazem o manejo e a repicagem.

Os Moluscos são repicados em lanternas por tamanhos, eles ficam separados em lanternas por degraus. O manejo é feito durante meses até os Moluscos chegarem ao tamanho médio de mais ou menos 10 cm. Quando eles atingem ao tamanho ideal para consumo, as mercadorias são exportadas para fora, e sendo mais consumidas em grandes restaurantes.


As lanternas ficam presas por cordas dentro da água e são sustentadas por uma bombona, na cor azul ou amarela. Essas Bombonas são sinalizadoras e cada uma sustenta uma lanterna.


Foto 1 : Processo de recolhimento da Lanterna.

As esposas dos Maricultores focam mais na parte artesanal, pois no processo de repicagem,muitos moluscos morrem, deixando suas conchas. As conchas são reaproveitadas podendo se tornar brincos, cordões, anéis e enfeites para a casa.

A Maricultura se tornou um meio sustentável para os pescadores da Região dos Lagos, e é uma esperança nova para o futuro. ‘’ Cultivar sem Retirar ‘’.

Gabriella Beserra Costa.
Estudante 2° Período de Gestão Ambiental

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Programa Cidade Sustentável exibido em 10-04-2014

O Programa Cidade Sustentável que vai ao ar todas as quintas feiras as 15.30 pela Jovem TV canal 8 cabo frio e canal 9 Jardim esperança, e também pode ser assistido para todo Brasil pelo pela internet no link www.jovemtv.com.br.





Os temas tratados foi o Entreposto de Pesca de Cabo Frio-RJ  com o Subsecretário da Pesca Chico Fiscal.

Chico Fiscal 


Link para assistir a reprise desse programa



terça-feira, 17 de junho de 2014

POR QUE PROTEGER O MICO-LEÃO-DOURADO?


Qual a finalidade de preservar o mico-leão-dourado? E por que proteger o lobo guará? Mais além: por que proteger a mata atlântica e a floresta amazônica? Todos sabemos que é necessário proteger diversas espécies animais e vários ecossistemas diferentes, desde pequenos aprendemos isso e levamos essa consciência por toda a vida, apesar de nem todos fazerem uso desse conhecimento. Fato indiscutível.

Todavia, apenas sabemos que temos que os proteges, sem ter noção de qual a verdadeira intenção em preservar tais componentes bióticos e abióticos. Não pense meu caro leitor, que seja porque tais espécies sejam ‘bonitinhas’, muito pelo contrário, muitas espécies que são preservadas passam bem longe do status de ‘bonitinhas’ (isso foi irresistível, perdoem-me). Na verdade cada uma dessas espécies, cada um desses ecossistemas é uma peça fundamental para a manutenção do nosso bioma. A título de exemplo, tomemos o caso do lobo guará: ele ocupa a posição de consumidor secundário em sua cadeia alimentar, caso este seja extinto, os animais que por ele eram predados acabam se reproduzindo em demasia e desestabilizando aquele ecossistema.

Meus amigos, a preocupação em manter o funcionamento do ambiente ‘macro’ está diretamente relacionada com a proteção de elementos ‘micro’. E todo esse cuidado, todo esse trabalho é voltado para a proteção de uma espécie que, por incrível que pareça, pode correr risco de ter sua existência apagada da face da Terra: a espécie humana. Exatamente, nós corremos esse risco pois uma vez um ambiente sendo impactado negativamente e perdendo suas características, tais impactos atingirão diretamente a qualidade da vida humana. A integridade da biosfera significa nossa prolongação sobre a face do planeta, mas, claro, um dia nossa participação como espécie nesse planeta chegará ao fim, não tenha dúvidas disso, o problema é tornar essa participação mais breve do que deveria, e pior, por meio de nossas próprias mãos.

Para concluir, respondendo as perguntas do início do texto: trabalhamos para proteger tais componentes para proteger a nós mesmos, somos parte ativa de cada ecossistema, e uma vez estes sendo degradados seremos degradados juntamente com eles. A preservação do homem tornou-se o fator que norteia todas as questões ambientais da atualidade, tenha consciência desse fato, e a compreensão dos demais será muito mais clara.


Até a próxima semana!!!

Patrick Soares
Estudante 3° Período de Gestão Ambiental

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Programa Cidade Sustentável Exibido em 03-04-2014

O Programa Cidade Sustentável que vai ao ar todas as quintas feiras as 15.30 pela Jovem TV canal 8 cabo frio e canal 9 Jardim esperança, e também pode ser assistido para todo Brasil pelo pela internet no link www.jovemtv.com.br.


Os temas tratados foram Legislações ambientais no Município de Cabo Frio-RJ, com o Vereador Dr. Taylor.



Link para assistir a reprise desse programa



terça-feira, 10 de junho de 2014

PROGRAMA CIDADE SUSTENTAVEL


PROGRAMA CIDADE SUSTENTÁVEL


Programa vem alcançando grande expressão, no que diz respeito ao esclarecimento relacionado às questões sustentáveis já passamos a limpo questões do tipo:


  • Energia solar
  • Resíduos sólidos
  • Artesanato sustentável
  • Artes na comunidade



Já falamos sobre projetos de lei para o Município de Cabo Frio, relacionados a sustentabilidade local.
Esportes e a sustentabilidade

Apresentamos  e o belíssimo trabalho de responsabilidade social do COMESPA no município de São Pedro da Aldeia

O programa Cidade Sustentável vai ao ar todas as quintas feiras as 15.30 pela Jovem TV Canal 8 Cabo Frio-RJ, mas voce também pode assistir pela internet acessando o link:

www.jovemtv.com.br



CIDADE SUSTENTÁVEL II

Após o sucesso do programa da ultima semana, o programa que foi ao no dia do meio ambiente, onde dois jovens dos Universitários estudantes de Gestão Ambiental nos brindaram com seus conhecimentos resolvemos trazer o trabalho de ambos para nosso Blog.

ESTRÉIA

Estreia hoje em nosso Blog a Coluna do Jovem estudante de gestão ambiental Patrick Soares, o mesmo assina a coluna Meta para o futuro: O desenvolvimento, a coluna de hoje e simplesmente incrível onde o mesmo com muita propriedade nos faz refletir, sobre o tema Desenvolvimento e Crescimento, vale a leitura.





POR:PATRICK SOARES

DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO É A MESMA COISA??

Procurando algum tema relevante para compartilhar com vocês (afinal, essa é minha primeira coluna, então busquei me esmerar ao máximo para transmitir algo que fosse de algum proveito para o leitor), acabei me deparando com uma questão extremamente importante e que talvez, muitos não tenham parado para questionar.

E aí está o grande ‘x’ da questão, pois muito provavelmente poucos já pararam pra pensar nisso, mas é justamente pra deixar bem claro esse tema que escrevi esse pequeno texto.

Apensar de nós observarmos em todo lugar (em todo lugar MESMO, nas escolas, na rua, na televisão, na internet) o uso de desenvolvimento e crescimento com o mesmo fim, na verdade são coisas bem distintas. Primeiro vamos começar pelo crescimento, que é um termo muito mais quantitativo, ou seja, quando se fala em crescimento estamos falando em algo que simplesmente aumentou de tamanho ou em quantidade, e o problema mora justamente nesse ponto, pois o conceito de crescimento não se preocupa com a possibilidade de algum impacto decorrente deste crescimento, muito menos a magnitude destes. No outro extremo desse assunto, está a questão do desenvolvimento que vai muito além da simples preocupação com o aumento quantitativo de algo, mas se preocupa com a qualidade desse crescimento e quais as consequências e benefícios deste. Ressaltando que esses benefícios não são meramente econômicos, mas também dizem respeito às questões sociais e do bem estar da população. Para ajudar na compreensão desse tema, assistam o vídeo no final da postagem.

Bom, procurei ser o mais claro possível! Agora, meu caro leitor, responda-me: o ser humano tem crescido ou se desenvolvido? A resposta óbvia é que na maioria dos casos, tem apenas crescido. A prova disso é a utilização de indicadores econômicos (PIB, renda per capita) para definir o crescimento de um país e nomeá-lo como ‘desenvolvido’, mas, se olharmos os indicadores sociais desses mesmos países (expectativa de vida, taxa de natalidade e mortalidade, qualidade de vida) veremos que apresentam índices muito baixos. O que concluir disso tudo? A importância de promover o desenvolvimento ao invés do mero crescimento, isso imerso no compromisso de preservar a integridade e bem estar das populações, o crescimento econômico saudável e também, a proteção e manejo adequado dos ecossistemas.





E com isso, meus amigos leitores, concluo meu primeiro texto. Eu planejava falar sobre licenciamento ambiental, mas esse tema realmente me chamou atenção e achei pertinente esclarecer e compartilhar isso com vocês!!! Até a próxima semana!!

Patrick Soares
Estudante 3° Período de Gestão Ambiental

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Programa Cidade Sustentável Exibido em 27-03-2014

O Programa Cidade Sustentável que vai ao ar todas as quintas feiras as 15.30 pela Jovem TV canal 8 cabo frio e canal 9 Jardim esperança, e também pode ser assistido para todo Brasil pelo pela internet no link www.jovemtv.com.br.


O temas  tratados foram a Ação Ambiental Lagoa Limpa  com Daniel Fernandes e a Poluição da Lagoa de Araruama, com o Vereador Emanoel Fernandes.


Vereador Emanoel Fernandes

Daniel Fernandes

Link para assistir a reprise desse programa


domingo, 27 de abril de 2014

O BRASIL E O SANEAMENTO


O BRASIL E O SANEAMENTO

Aproveitando a época onde os holofotes estão voltados para a tão sonhada Copa do Mundo, trago para nossa coluna inaugural, algumas necessidades básicas, que o ser humano precisa para ter uma vida saudável, assim como também trarei o problema do saneamento básico e suas consequências.  

Saneamento básico é um conjunto de procedimentos adotados que visa proporcionar uma situação higiênica saudável para os habitantes, o leitor já percebeu que o problema é serio, pois se voltarmos nosso raciocínio para a condição em que se encontra a higiene em nosso país, podemos entender que muita coisa precisa mudar, ou melhor, muito do que se prometeu muito pouco se cumpriu. Com isso vemos a desigualdade com relação a distribuição de água tratada, e não precisa ir muito longe para ver isso, existem lugares que ainda destinam esgoto dentro de córregos, e ao invés de água, os rios estão transportando cadeiras, sofás, geladeiras, tudo menos o que deveria, que é a tão esquecida água. Em se tratando de coleta e destinação correta de resíduos a coisa piorou e os resultados estão ai amostra para todos verem, porem tem coisas que a Tv não mostra.

Só para se ter uma ideia entre os procedimentos do saneamento básico, podemos citar; tratamento de água, canalização e tratamento de esgotos, limpeza pública de ruas e avenidas, coleta e tratamento de resíduos orgânicos (em aterros sanitários regularizados) e matérias (através da reciclagem), esses são alguns dos procedimentos necessário para qualquer cidade inclusive aquelas que vão sediar uma copa do mundo.

Os problemas dentro desse tema assolam boa parte do mundo, principalmente, os subdesenvolvidos, onde a falta de tratamento de esgotos a ausência de tratamento de águas e a disposição final de resíduos, são os grandes responsáveis por números absurdos relacionados principalmente a mortandade anual de crianças.

Eu devido as minhas atividades ando por alguns centros urbanos e ainda vejo, pasmem amigos leitores! Valas negras, locais onde não existe água tratada, e, não precisa ir muito longe para ver isso, às vezes “acho que alguns políticos e governantes, acham que eles têm o poder sobre a natureza, ou acreditam que nunca vão precisar dela, por isso devolvem ao meio ambiente qualquer coisa”.

Veja os senhores o caso de São Paulo como exemplo, onde por muitos e muitos anos, entra e sai governo, e os mesmos sempre deixaram por canta dos fenômenos naturais, o abastecimento de água da cidade, sim amigo, os fenômenos naturais fizeram a gestão dos recursos hídricos da cidade de São Paulo, durante anos, e quando eles os recursos naturais resolveram não colaborar mais, o Brasil pode presenciar a mais terrível prova de  incompetência por parte do gestores dos recursos hídricos dessa grande metrópole, resumindo não existe planejamento hídrico algum, o que se espera e que chove nas mesmas épocas, nos mesmos locais e em quantidades necessárias de água, para suprir a falta de compromisso, gestão ou quem sabe boa vontade com a população.

O incrível é que com os problemas de má distribuição de água tratada de cidades como São Paulo continuam assolando os seus habitantes, pois com tudo isso ainda se vê e com grande intensidade lançamentos de esgoto in natura nos corpos hídricos esse fato, leva a própria gestão municipal e estadual a dispor de muito mais recursos com a saúde, muito mais do que deveria, pois problemas de veiculação hídrica não perdoam, e um dinheiro que era para investir em saneamento, passa a ser ‘gasto” na saúde.

Mas para o governador de São Paulo a solução é simples, esqueçam toda a falta de planejamento, todos os erros do passado, e busquemos água no Rio Paraíba do Sul, não importa que ele abasteça toda a população do vale do Paraíba paulista e vale do Paraíba carioca, alem de toda a população da região metropolitana do Rio de janeiro.

Importante é o governador Geraldo Alckmin entender que se ele tivesse se esforçado para despoluir o os Rios Tietê e Pinheiros que margeiam a grande São Paulo, talvez hoje esse não fosse o tema da nossa coluna.


Nesse país se leva mais tempo para se obter uma outorga para levar água com qualidade potável milhares de pessoas, do que para se licenciar um mega empreendimento, um estádio de futebol ou coisa do gênero, vai entender isso...........

Pois é!!

Eu sou Charles Domingues
Sou Gestor Ambiental e Químico
Especialista em Saneamento Ambiental
Especialista em Engenharia ambiental
Não deixe de acompanhar o meu blog www.charlesdomingues.blogspot.com

Coluna Publicada no RC24h





sábado, 26 de abril de 2014

Programa Cidade Sustentável exibido dia 20-03-2014

O Programa Cidade Sustentável que vai ao ar todas as quintas feiras as 15.30 pela Jovem TV canal 8 cabo frio e canal 9 Jardim esperança, e também pode ser assistido para todo Brasil pelo pela internet no link www.jovemtv.com.br.



O temas  tratados foram resíduos Sólidos com Rodrigo Macedo e  o Artesanato sustentável com a Coordenadora do Casa do Artesão de Cabo Frio Vânia Carvalho e o Artesão Anderson Gorni.


 Rodrigo Macedo

Vânia Carvalho


Anderson Gorni

LINK DO PROGRAM EXIBIDO EM 20-03-2014




E O PROBLEMA CONTINUA


Caro amigo leitor, a algumas semanas eu trouxe a esse conceituado Blog, a questão água e as dificuldades que o mundo vem encontrando para suprir suas necessidades.
A água ao contrario do que muitos pensam, é um bem finito, que devido a todas as atrocidades que o ser humano vem fazendo ao longo do tempo, a mesma tende a acabar. Só para o leitor ter uma idéia, cerda de 70% do nosso planeta é coberto por água, e de toda a água que existe no mundo aproximadamente 97% é salgada, sendo menor que 1% a quantidade de água doce conhecida e disponível.
A quantidade de água do planeta sempre será a mesma, porem devido a quantidade de poluentes lançados nos corpos hídricos a água aos poucos foi perdendo suas características e tornado-se poluída e fétida, e por que nao dizer rios foram transformados em brejos.
A ONU (organização das nações unidas) escolheu o dia 22 de março, como dia internacional da água, a idéia era fazer com que ações para preservação da água fossem sempre lembradas e praticadas, o tal uso consciente da água, que de bonito só tem o nome.
Vivemos em um pais que tem a maior reserva de água doce do mundo, temos uma abundancia incrível de água no amazonas, obviamente que nao temos essa abundancia no nordeste, porem com um pouco de boa vontade política esse problema já deveria ter sido resolvido a muito tempo, tomemos como exemplo Israel que bebe água do mar, e consegue ser uma potencia na agricultura, pois o segredo não esta na abundância de água mas sim no uso consciente da mesma.
Só para o leitor ter uma idéia hoje, mesmo com essa abundancia de água, estamos pondo em risco nossa Segurança hídrica, que é a capacidade de se oferecer água com qualidade e em quantidade. A poucos dias um dos diretores da ANA - Agencia Nacional de Águas em uma entrevista, disse que, o Brasil tem hoje, em média água reservada para 43 dias. Isso é um absurdo haja vista a quantidade de água disponível que temos, quando levamos em consideração o restante do planeta.
A crise esta as portas, observemos que as matérias jornalísticas sempre reportavam a região nordeste a falta de água, e ninguém fez absolutamente nada para mitigar o problema, porem agora, o problema atinge a maior cidade do país, a grande e pomposa São Paulo, amigos essa cidade que é o verdadeiro motor do pais, produziu tanto que seus gestores esqueceram que eles não são responsáveis pela produção de água na cabeceira dos reservatórios, e o problema esta ai é real e se formos levar em consideração um plano de gestão integrada dos recursos hídricos - PGIRH, o leitor não tenha duvidas que isso não entrou no planejamento de governo nenhum, e só esta sendo ventilado agora, por que o volume do reservatório de Cantareira esta com a marca recorde de 14,3% dados de 25 de março de 2014(hoje), e qual a solução proposta pelo governo Alckmin senão buscar água em um manancial que nada tem a ver com SP que no caso é o rio Paraíba do Sul.

Sim é a maneira mais fácil de extrair água e enviar para São Paulo, e dessa forma não fica caracterizada a crise da água que se instalou no governo dele. O Rio Guandu que abastece a água de toda a região metropolitana do Rio de Janeiro é abastecido por uma transposição do rio Paraíba do sul, essa transposição é responsável por cerca de 80% do volume de água total do Rio Guandu, daí se vê os riscos envolvidos em ceder água para outra localidade.
Não sou contra a transposição do Paraíba do sul para abastecer São Paulo, haja vista ser uma determinação da política nacional de recursos hídricos - PNRH, que a água em caso de escassez seja para abastecimento humano em primeiro caso seguido de dessedentação de animais, logo a transposição é uma possibilidade, porem acho que a conversa deve imediatamente sair do meio político e entrar no âmbito técnico, haja vista a necessidade de um Estudo de impacto ambiental (EIA/RIMA), muito bem feito, assim como se faz imperativa uma maior participação da ANA nessas questões.
Eu não poderia terminar essa coluna sem as seguintes perguntas ao governador Geraldo Alckmin:
- Por que deixaram o Rio Tietê chegar nesse estado?
- Por que não extrair água do rio Pinheiros?
Se o governo de São Paulo responder a essas duas perguntas esse tema não seria tão relevante, pois talvez eles tivessem resolvido o conflito da água.

Eu sou Charles Domingues
Sou Gestor Ambiental e Químico
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